Random Design Memories Rafael Saraiva Maceió

Um passeio pelas mais lindas praias urbanas e pelo Centro caidão de Maceió

Saldo na capital é positivo pelo mar inigualável, mas sensação de insegurança é problema
Saldo na capital é positivo pelo mar inigualável, mas sensação de insegurança é problema

Com o motivo de visitar uma amiga maceioense, dos tempos de projeto da Vila Olímpica do Rio, reservei uma viagem para a capital de Alagoas assim, sem muita pretensão, apenas pensando em curtir uma preguiça: boa praia, água de coco e a amiga querida, claro. No final, a viagem foi quase só isso mesmo (rs), mas uma surpresa enorme por ter encontrado as praias mais lindas do país ou, mais especificamente, as praias urbanas mais lindas do país.

É fato que existem várias praias ótimas no Brasil, mas, dentro de uma área urbana, não. No Rio, em Recife, Florianópolis, Salvador, Natal etc., temos que sair uma pouco da área densa, urbanizada, para encontrar as mais belas praias. E é esta a grande diferença de Maceió: a água cristalina, os corais, os coqueiros, os barquinhos de pesca… está tudo bem ali, de frente para a Ponta Verde, o bairro mais bacana da cidade.

Mas não quer dizer que, uma vez estando lá, não valha a pena pegar a estrada e se aventurar por praias mais distantes. A Praia do Francês, em Marechal Deodoro, e a Praia do Gunga, em Barra de São Miguel, são locais fascinantes e ficam a uns 30 minutos de Maceió. O mirante do Gunga é parada obrigatória, com vista impressionante para um coqueiral surreal, coisa que nunca vi na vida!

Uma aposta que faço de destino turístico emergente na região, que certamente irá rivalizar com a hypada Boipeba (na Bahia), é Maragogi, a 125km a norte de Maceió. Ainda não consegui visitar, mas o que vi de fotos e relatos de amigos é de impressionar.

É claro que Maceió também tem seus problemas, sendo a insegurança a questão mais importante com a qual se preocupar. A dica que ouvimos dos moradores locais, que também ouve-se em Recife e Fortaleza, é: “aqui não dá pra ir à esquina sem ser assaltado”. Bom, comigo nada aconteceu, mas também evitei andar sozinho, muito menos à noite, cuidados que quem vive no Rio de Janeiro está acostumado a tomar.

De resto, a cidade, assim, como relatei sobre Manaus, precisa de uma boa revitalização de seu Centro Histórico, acrescentando um mix de centro cultural, bons bares, restaurantes e lojinhas — o famoso buzz urbanístico. Sem esquecer da reforma do Clube Alagoinha, um píer supercharmoso que a prefeitura vem tentando transformar, mas ainda com projetos duvidosos aparecendo de vez em quando na mídia.

Acontecendo ou não estes melhoramentos na organização urbana de Maceió, a cidade está cheia de atrativos para quem quer passar o feriado em praias quentinhas, conhecer um povo hospitaleiro e aproveitar a comida deliciosa de lá (atenção para a caipirinha de seriguela, o queijo de coalho na praia, a tapioca e o açaí com leite em pó e leite condensado, kkk).

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PLANTÃO

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