Micro é macro: entenda de onde vem o poder das microinfluenciadoras digitais

Bloggers e vloggers de base enxuta ajudam a moldar gostos e entram na mira das marcas
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Não é novidade que as marcas estão precisando se reinventar para anunciar seus produtos. Fugir da grande mídia e, ainda sim, ter um boom de vendas muitas vezes é o resultado de incluir digital influencers na estratégia de divulgação.  Não é a coisa mais anormal do mundo se deparar com uma foto, vídeo ou Stories de alguém com um número razoável de seguidores indicando um produto, um evento ou um serviço. Influenciadoras como Camila Coutinho e Jade Seba faturam milhares de reais mensalmente com suas contas no Instagram, ambas com mais de 2 milhões de seguidores.

O novo nicho da publicidade digital é capaz de ditar as tendências do mundo on e offline, e isso é frequentemente explorado pelas marcas, principalmente as que falam com os jovens. Mas o grande diferencial, segundo estudo a HelloSociety — agência que liga marcas a pessoas, comprada recentemente pelo jornal americano “The New York Times” —, é investir nos microinfluenciadores.

Mas quem seriam eles? Pessoas que possuem menos de 30 mil seguidores. Segundo a pesquisa, essas contas conseguem taxas de engajamento engajamento de 60%, devido a estes RPs digitais estarem mais perto do seu público. “Isto torna a propaganda mais verossímil”, é o que explica a CEO da HelloSociety,  Kyla Brennan, que continua: “Quando se trata de contas de celebridades, que talvez tenham milhões de seguidores, ninguém realmente acredita que ela seja uma verdadeira fã do produto que ela está tentando vender”.

Os dados também apontam que as microinfluenciadoras possuem um custo benefício seis a sete vezes maior que as influenciadoras mais bombadas. Isso se explica principalmente quando a ação do produto é feita com alguém que esteja dentro do nicho que ele se configura, pois é pressuposto que as pessoas engajadas naquela conta já possuem afinidade com a oferta da propaganda.

Um conselho que Kyla dá a aqueles que possuem menos de 30 mil seguidores é que fazer boas campanhas, que atinjam bons resultados, é mais importante que fazer muitas ações: “Não é sobre o número de empresas que você trabalhou, e sim, com o resultado que foi entregue”.

+ COLABOROU JOANA PARDAL

 

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